O Brasil deu à kombucha um padrão oficial em 2019 e, segundo o MAPA, a produção cresceu 923% em seis anos, com 249 fabricantes registrados. O que as regras pedem de cada um deles são registros auditáveis da produção. O BrauMo é onde esses registros nascem: no tanque, na sua língua, no seu próprio computador.
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Um estabelecimento registrado precisa manter registros sistematizados e auditáveis do processo produtivo (Decreto nº 12.709/2025) e manter o produto dentro dos parâmetros oficiais da kombucha (IN MAPA nº 41/2019). O BrauMo guarda essas respostas onde elas acontecem. Estar em conformidade continua sendo trabalho seu; nenhum software muda isso.
A leitura cai no lote com data e hora, contra a faixa que a sua receita espera. A janela oficial da kombucha no Brasil está fixada desde 2019: pH entre 2,5 e 4,2. Quando um valor sai da faixa, o lote avisa antes de o palete sair, não depois.
Do dia de produção à fermentação e ao envase, o lote carrega a própria linha do tempo. Quanto tempo durou a primeira fermentação e a que temperatura é um fato que você consulta, não uma lembrança que você defende.
Cada envase gera um lote com a sua validade. Da garrafa na prateleira de volta ao tanque, às leituras e à cultura que a fez, é uma busca, não uma tarde entre pastas.
De qual mãe a cultura veio e em que geração ela está, registrado a cada colheita e a cada inoculação. Quando um sabor muda, a linhagem é o primeiro lugar onde se olha, e ela está de fato anotada.
O BrauMo documenta; ele nunca bloqueia a produção e nunca decide por você. Os registros ficam prontos para auditoria. A conformidade continua com o produtor, onde ela legalmente sempre esteve.
Quase todo mundo começa numa planilha. Aqui é onde ela deixa de dar conta, e como o histórico vem junto.
A planilha que funcionava com cinco lotes quebra em silêncio no quadragésimo: as abas se multiplicam, uma fórmula deixa de bater com a realidade e ninguém sabe qual cópia é a atual. Nada falhou com barulho. Ela só deixou de ser um registro.
O BrauMo importa CSV e Excel diretamente. Ou entregue ao Mo os seus arquivos antigos: ele os lê e propõe lotes, estoque, receitas e clientes, e nada é salvo até você confirmar.
Tudo exporta de novo como CSV ou Excel, sempre. E se um dia você parar de pagar, o app vira somente leitura em vez de trancar você do lado de fora: os seus registros continuam legíveis e exportáveis, para sempre.
A história completa da mudança, inclusive vindo de outras ferramentas →
Decisões que pesam mais no Brasil do que num vídeo de demonstração.
O BrauMo roda no seu próprio computador e atende cada celular e tablet da rede local. Um salão de fermentação com wifi ruim continua registrando as suas leituras.
Um único arquivo de banco de dados, na sua casa, seu. Sem conta na nuvem, sem telemetria. A queda do servidor de ninguém vira problema da sua produção.
Cada tela e cada documento, não uma página traduzida na frente de um produto em inglês. Feito por um produtor de kombucha em atividade, e respondido pela mesma pessoa.
O preço da América Latina, cobrado anualmente. Todos os recursos, usuários ilimitados, sem módulos, sem sobretaxa. O mesmo software pelo qual a Europa paga €59.